Menos custos, mais conforto e zero burocracia: o modelo compartilhado redefine o que significa ser dono de uma embarcação.
Comprar uma lancha individualmente sempre foi sinônimo de status, mas também de despesas constantes. Marina, marinheiro, manutenção preventiva, limpeza, seguro anual e imprevistos fazem parte da rotina de quem opta pela propriedade exclusiva. E o detalhe que poucos consideram: a maioria dessas embarcações é usada menos de 30 dias por ano.
É justamente nesse ponto que a lancha compartilhada por cotas se mostra uma solução muito mais inteligente. Ao dividir o investimento com outros cotistas, o proprietário reduz drasticamente os custos fixos e elimina a sobrecarga operacional.
Estudos do setor indicam uma economia média de até 75% nos custos de manutenção e limpeza, além da previsibilidade financeira mensal. Mais do que economizar, o cotista ganha conveniência. A embarcação está sempre limpa, abastecida, revisada e segurada, pronta para uso imediato.
Outro diferencial é o acesso à tecnologia. Sistemas online permitem agendamento, acompanhamento da embarcação e gestão transparente, tudo na palma da mão. Sem telefonemas, sem burocracia, sem desgaste.
Talvez o maior atrativo esteja no upgrade. Ao compartilhar os custos, o consumidor consegue acessar uma lancha maior, mais moderna e melhor equipada do que aquela que conseguiria comprar sozinho. O luxo deixa de ser exceção e passa a ser experiência recorrente.
No fim das contas, a pergunta não é mais “vale a pena ter uma lancha?”, mas sim: vale a pena ter uma lancha sozinho?